A defesa do médium João de Deus entrou com um pedido de liberdade no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele está preso preventivamente desde o último domingo (16), no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Ele é suspeito da prática de abuso sexual.
O habeas corpus foi sorteado para relatoria do ministro Gilmar Mendes, mas devido ao recesso do Judiciário, iniciado às 15h de quarta-feira (19), o processo foi encaminhado para o gabinete do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, responsável pelo plantão.
Na quarta-feira (19), o ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou seguimento a um habeas corpus impetrado pelo advogado Alberto Toron, que representa o médium. O magistrado negou seguimento ao HC, argumentando “supressão de instâncias”, uma vez que um pedido de liberdade ainda está pendente de julgamento na primeira instância.
A prisão preventiva foi decretada pela Justiça de Goiás com base em 15 denúncias já formalizadas em Goiânia, todas por crimes sexuais. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) negou uma liminar para soltar o médium, mas ainda não julgou o mérito do habeas corpus impetrado na primeira instância.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Saída de desembargador levanta debate sobre valorização da magistratura

Tio-avô é condenado a mais de 16 anos de prisão por estupro de menina em Batayporã

Confira os bairros que recebem os serviços gratuitos da Justiça Itinerante nesta semana

Moraes autoriza transferência de condenados no caso Marielle para RJ

Três magistrados disputam no TJMS vaga de desembargador deixada por Djailson de Souza

Polícia descobre mercado usado no esquema de 'disk-drogas' e faz prisões em Campo Grande

Decisão unânime do TJMS reforça punição a agressor em caso de violência doméstica

Itamaraty confirma revogação de visto de assessor de Trump

Justiça condena homem que importunou sexualmente adolescente em Campo Grande


João de Deus está preso desde domingo, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (Reprodução/internet)



