O Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul absolveu na terça-feira (27), o ex vice-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte da denúncia por suposta “desonestidade” na administração do Centro Especializado em Medicina Pediátrica (Cempe), que funcionava em prédio do antigo hospital Sírio Libanês, na avenida Afonso Pena.
O Ministério Público Estadual alega que o CEMPE, Centro Especializado em Medicina Pediátrica, teria sido criado com desrespeito aos princípios da Administração Pública, trazendo prejuízo para a população campo-grandense.
O advogado da defesa de Gilmar Olarte, Dr. Karlen Obeid, esclarece que a criação do Cempe foi legítima e trouxe solução para a falta de pediatras em Campo Grande.
Karlen Obeid, explica que a Criação de um hospital referência em Medicina Especializada, não gera prejuízo para qualquer repasse das verbas destinadas ao SUS para os outros postos de saúde.
“Ainda mais por terem sido usados investimentos da fonte de arrecadação municipal, não pode, em lugar nenhum do mundo, ser objeto de ação por violação dos Princípios da Administração Pública! O fechamento do Hospital foi sim, na verdade, um ato de Improbidade (desonestidade), pois foi intencional e só gerou prejuízos para Campo Grande”. Finalizou.
Unanimidade
A absolvição de Gilmar Olarte foi decidida por unanimidade pelos desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul Julizar Barbosa Trindade; Vilson Bertelli; e Nélio Stábile.
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Advogado de defesa de Gilmar Olarte, Karlen Obeid, afirmou que a criação do Cempe foi legítima (Reprodução)


