O plenário do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) decidiu há pouco pela permanência do empresário Rodolfo Nogueira como primeiro suplente da senadora Soraya Trhonicke (PSL-MS).
O desembargador Sérgio Martins já havia decidido, em novembro do ano passado, pela extinção do processo na qual Soraya pedia a cassação de Rodolfo. Ela recorreu ao plenário e perdeu novamente por 6x0.
O advogado de defesa do primeiro suplente, Ary Raghiant, explicou que não se pode, em uma campanha majoritária, desfazer a chapa com propósito desconhecido. “Sobre as supostas ameaças, o Tribunal falou que isso não existiu e que isso não é tema para desfazer a composição”, afirmou.
Procurado pela redação, Rodolfo Nogueira, disse que a decisão é mais uma vitória. “Eu creio que a gente pode usar a frase popular que a Justiça foi feita. Rodolfo lembra que sempre buscou a pacificação no partido, mais destaca que essa briga interna por disputas de poder no partido apenas serviu para dividir, diminuir e praticamente aniquilar o PSL no Mato Grosso do Sul, quero agradecer ao advogado pela defesa e todos aqueles que torceram mais uma vez ao meu lado pela Justiça”, destacou.
O processo diz respeito às supostas ameaças que a senadora diz ter sofrido de Rodolfo e que usou como mote de campanha, dizendo-se “vítima” e que serviram para justificar o processo julgado hoje na qual Soraya, mais uma vez, foi derrotada.
O objetivo possível da senadora, era sacar Rodolfo da chapa, subindo seu sócio e segundo suplente Dani Fabrício para a condição de Rodolfo, que é o primeiro.
A redação tentou contato com a senadora, mas até o fechamento desta matéria não atendeu as ligações.
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A senadora Soraya Trhonicke e o primeiro suplente Rodolfo Nogueira (reprodução)



