O ministro Lúcio Mário de Barros Góes, presidente do STM (Superior Tribunal Militar), rejeitou nesta quinta-feira (22) uma ação em que o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, pedem abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
"Está cristalino que o pedido veiculado no processo não compõe a competência do STM, nos termos da Constituição Federal e das leis vigentes. Portanto, não conheço do pedido liminar, por se tratar de matéria estranha à competência do STM", escreveu o ministro em sua decisão.
Na ação de Bolsonaro, ele aponta supostos crimes de Moraes contra a segurança nacional e a ordem política e social e pede a prisão dele por atentar contra a Constituição e os direitos humanos, além de afirmar que as Forças Armadas não tiveram acesso ao código fonte das urnas eletrônicas.
Essa é a terceira ação contra Moraes que a Corte Militar rejeita em um período de menos de uma semana.
Dia 15 o ministro Cláudio Portugal Viveiros negou uma ação do advogado bolsonarista Wilson Issao Koressawa pedindo a prisão de Moraes, e nesta terça-feira (20), o ministro Artur Vidigal arquivou uma ação, também movida pelo advogado, que pedia a prisão do presidente do TSE e uma declaração do Hospital Sírio Libanês se o presidente eleito Lula (PT) está vivo ou não.
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Justiça converte para domiciliar prisão de suspeito por fraude no INSS

Carreta da Justiça retoma atendimentos e inicia calendário de 2026 em Alcinópolis; confira rota

Mesmo com 13 anos de serviço, pastor não tem vínculo reconhecido com igreja em MS

Avanço da inteligência artificial impõe novos desafios às eleições de 2026, diz MPMS

MPMS investiga servidores públicos por suspeita de acúmulo irregular de cargos e salários

Mulher que tentou matar o ex a facadas em Campo Grande pega dois anos de reclusão

Justiça Itinerante percorre bairros da Capital com serviços jurídicos gratuitos; confira

Toffoli prorroga por mais 60 dias investigações sobre o caso Master

Gilmar Mendes nega pedido de prisão domiciliar a Bolsonaro






