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Justiça

Trio de advogados pede prisão preventiva da suspeita de matar gato a tijoladas

A mulher, de 42 anos, foi presa em flagrante mas acabou sendo solta após audiência de custódia

31 janeiro 2023 - 18h11Brenda Leitte, com G1 Notícias

Um trio de advogados da Capital entrou na Justiça solicitando a prisão preventiva da suspeita de matar um filhote de gato a tijoladas, na última terça-feira (24). A mulher chegou a ser presa em flagrante, mas passou por audiência de custódia, onde foi determinado que ela vai responder em liberdade por maus-tratos a animais.

No pedido, os advogados Katiussa do Prado Jara, Pablo Neves Chaves e Gustavo Moura Scuarcialupi argumentam que a suspeita, de 42 anos, matou o gato da vizinha por motivo fútil. Para a polícia, a mulher disse que estava incomodada com o fato dos gatos da vizinha "fazerem sujeiras" em frente à casa dela.

“O crime cometido pela acusada é muito grave, matar a tijoladas um filhote de gato, indefeso, que possui sentimentos por ser um ser senciente, sem nenhuma chance de defesa ao animal, não pode passar despercebido, pois pessoas que cometem crime dessa natureza poderão vir a cometer crimes tão graves como este”, detalha o documento protocolado junto à 3ª Vara Criminal Residual da Comarca de Campo Grande.

Além de matar o gato, a mulher também é suspeita de ameaçar vizinhos e desacatar autoridades policiais. A Polícia Militar Ambiental (PMA) foi acionada e autuou a suspeita em R$ 1,5 mil.

A PMA informou que a multa administrativa será julgada pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), que poderá aumentar em até R$ 3 mil, ou reduzir até R$ 500, dependendo do entendimento dos julgadores, que levarão em consideração todos os fatos e a defesa da infratora. Quanto ao crime, a pena é de dois a cinco anos de reclusão.

 

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