Acompanhado de um advogado, a mulher, de 33 anos, mãe do bebê, de 3 meses, que morreu engasgado nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (19), em Campo Grande, esteve na DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) onde prestou esclarecimentos sobre o ocorrido.
João Vitor Leite, defesa da mulher, explicou rapidamente para a imprensa que não há nenhum tipo de prova que possa incriminar a mãe do bebê, reforçando a informação inicial de que ela havia dado de mamar para a criança e horas após, a fatalidade aconteceu.
Ainda segundo o advogado, a vítima estava hospedada na casa de uma amiga enquanto visitava o marido - pai da criança seria um homem atualmente preso. Uma informação no local apontava que esse detento seria ligado a uma facção, mas situação ainda não confirmada e que será apurada pela Polícia Civil.
No local, pessoas que conheciam a mulher relataram para a reportagem que a ela "fazia programas para auxiliar o pai da criança nas dívidas" que acabou adquirindo na prisão.
O caso deve ser investigado pela Polícia Civil, através da DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
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Advogado esteve na delegacia acompanhando a mulher (Brenda Assis)



