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Polícia

Hugleice diz que amarrou a esposa apenas para conversar

Ele tentou degolar a mulher em Rondonópolis, foi preso em Dourados e é réu em processo de ocultação de cadáver da cunhada

05 dezembro 2018 - 08h50Da redação    atualizado em 05/12/2018 às 09h32

Hugleice da Silva, 35 anos, que está preso na Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis desde a semana passada, contou ao advogado José Roberto da Rosa que esfaqueou a mulher Mayara Barbosa, 29 anos, no dia 18 de novembro, após ter visto fotos dela na cama com um suposto amante.

Hugleice teria achado no aparelho celular da vítima mensagens de um vizinho e as imagens já na lixeira. Ele teria amarrado a mulher  com fita crepe e alegou a defesa que fez isso apenas para poder conversar com Mayara.

Ele disse que dormia com a mulher quando ouviu sinal de mensagem no celular da mesma. Nisso, ele teria pego o aparelho e visto as imagens. Furioso Hugleice acordou a mulher de forma truculenta e posteriormente começaram a brigar. Na discussão, ele alega que a esposa pegou uma faca, e ele conseguiu retirar a arma da mesma, quando os dois entraram em luta corporal. Hugleice afirmou que golpeou Mayara para escapar das agressões.  Logo, depois ele teria fugido da cidade por medo. A defesa alega que ele não quis mata-la, pois, se quisesse teria feito isso na ocasião.

O suspeito teve um mandado de prisão preventivo expedido no dia 20, e foi preso no dia 23 em Dourados, onde estava escondido na casa de familiares.

A delegada Lígia Pinto da Silveira Avelar,  disse que os policiais suspeitavam que ele havia fugido para o estado vizinho e começaram as investigações. Hugleice foi primeiramente levado para a audiência de custódia e depois seguiu para a Mata Grande. 

Hugleice foi indiciado por tentativa de homicídio com a qualificadora de feminicídio e motivo torpe. A justiça do Mato Grosso está a frente do caso.

Caso Marielly

Hugleice da Silva é réu, acusado de ocultar o cadáver da cunhada, Marielly Barbosa na época com 19 anos. Ele era suspeito de ter um caso com a mesma (mas sempre negou), e a levou para cometer um aborto na casa de um enfermeiro. A ação deu errado e ele desovou o corpo da cunhada em um canavial de Sidrolândia.
 

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