O grupo preso por envolvimento no ataque a tiros que matou uma criança de 2 anos no Jardim Noroeste, em Campo Grande, já estaria monitorando as movimentações das vítimas antes do atentado ocorrido na madrugada deste domingo (17).
Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por uma briga anterior registrada na conveniência Prime 2, localizada na rua Indianápolis, onde aconteceu o ataque.
Conforme as investigações preliminares, os suspeitos passaram diversas vezes em frente ao estabelecimento observando a movimentação das vítimas antes do crime. Testemunhas relataram que ocupantes de uma caminhonete Fiat Toro vermelha fizeram o monitoramento e deram apoio logístico.
Logo depois, dois suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta Honda Bros vermelha. O garupa teria efetuado diversos disparos contra o grupo que estava na conveniência.
Durante o atentado, o menino de aproximadamente 2 anos foi baleado e morreu. Outras três pessoas, incluindo a mãe da criança também foram atingidas pelos disparos e permanecem internadas em unidade hospitalar.
Após o crime, equipes da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac/Cepol), da Força Tática do 9º Batalhão da Polícia Militar e do Batalhão de Choque iniciaram diligências para localizar os envolvidos.
Durante as buscas, um veículo com as mesmas características informadas pelas testemunhas foi localizado nas proximidades do cruzamento das ruas Vaz de Caminha e Evaristo da Veiga. O motorista tentou fugir da abordagem policial, mas foi interceptado após acompanhamento tático.
Ao longo da ocorrência, os policiais identificaram contradições nas versões apresentadas pelos suspeitos e conseguiram esclarecer a dinâmica do atentado, individualizando a participação de cada um dos envolvidos.
Foram presos em flagrante M.J.A.C., de 36 anos, A.D.S., de 42 anos, T.S.L., de 31 anos, e G.M.S., de 34 anos. Segundo a investigação, entre os detidos está o homem apontado como autor dos disparos.
Ainda conforme a Polícia Civil, o suspeito responsável pelos tiros foi encontrado escondido em um imóvel da Capital. Durante a abordagem, ele indicou espontaneamente o local onde havia escondido a arma utilizada no crime.
Na ação, foram apreendidos a pistola usada no atentado, a motocicleta Honda Bros vermelha, a caminhonete Fiat Toro utilizada no apoio logístico, aparelhos celulares e outros materiais que serão analisados pela investigação.
A perícia técnica esteve no local do crime e o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
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Quatro pessoas foram presas após ação conjunta da Depac/Cepol, Força Tática e Batalhão de Choque (Divulgação/PCMS)



