A Polícia Militar Ambiental de Corumbá atuou em mais de R$ 9,6 milhões um fazendeiro que teve sua propriedade apontada como o ponto de início de um incêndio, que se estendeu por pelo menos cinco dias na região da Serra do Amolar.
Dados iniciais da PMA apontam que as ações do fazendeiro, que não teve o seu nome e nem a localização de sua propriedade reveladas, resultaram na destruição de uma área de aproximadamente 1,2 mil hectares, mas as informações consolidadas podem chegar ao dobro da extensão.
Esses dados foram obtidos por meio de levantamentos técnicos por meio do sistema de Georreferenciamento, segundo a PMA.
O incêndio teve início em 27 de janeiro, período considerado atípico, já que a temporada de chuvas já tinha se iniciado. Somente hoje (5), cerca de nove dias após o início das chamas, que houve a informação de pleno controle da queimada.
O Recanto Ecológico Rio da Prata, um projeto turístico de Jardim, doou um total de 580 mudas de plantas frutíferas para serem plantadas na região que foi destruída pelo incêndio.
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