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Polícia

Milícia confirmava execuções pela imprensa

Mandantes confirmavam mortes de vítimas através de sites de notícias

04 outubro 2019 - 14h14Mauro Silva    atualizado em 04/10/2019 às 14h26

O relatório do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MP-MS) aponta que a imprensa era meio de comprovar mortes encomendadas por Jamil Name e Jamil Name Filho. A testemunha, Eliane Benitez Batalha, ex-mulher de Marcelo Rios, afirmou  que seu esposo ligou para o Jamilzinho que já haviam executado Marcel Hernandes Colombo, 30 anos, conhecido como o “Playboy da mansão”. 

De acordo com o relato de Eliane, no dia da morte de “Playboy da mansão”, na madrugada do dia 18 de outubro do ano passado, Marcelo estava nervoso no dia do crime. “Ele ficou muito agitado na noite em que aconteceu, a gente havia ido a uma conveniência para colocar crédito no celular pequeno para ele saber o que tinha acontecido, para a pessoa mandar que estava feito”, afirmou.

Ainda de acordo com seus relatos à Justiça, Eliane disse: “Ele mandou eu olhar um site de notícias se havia saído algo sobre o caso  do Marcel. Eu falei que não tinha saído nada, [...] Passado isso, a gente foi em uma conveniência para colocar crédito  para o celular (sic), não tinha. Nisso o Marcelo ligou do próprio celular”.

Conforme a esposa de Rios, ele ligou para Jamilzinho e informou que já havia acontecido, depois que foi confirmado pela imprensa no mesmo dia do homicídio que vitimou  o “Playboy”. 

A testemunha confirmou também que o motivo do crime aconteceu, pois a vítima teria brigado com Jamilzinho há alguns anos. Fato confirmado por Paulo Roberto Xavier, que havia presenciado a discussão, já que no dia do ocorrido ele fazia a segurança Jamil Name Filho. 

“Naquela noite, Jamil Filho acabou arranjando uma confusão com um homem que pegou um pedaço de gelo  do balde de bebidas de Jamilzinho e então este foi tirar satisfação. E o homem, por ser mais alto, apenas segurou Jamil Filho [...] vindo a empurrar seu rosto o que ocasionou um sangramento, contudo, o homem não chegou a dar nenhum soco, e então o depoente foi embora”, disse Paulo durante relato ao Ministério Público.

“No outro dia, Jamilzinho queria saber quem era o homem, até que conseguiram identifica-lo como sendo o Marcel”, acrescentou.

A briga aconteceu na casa de shows Valley, da Afonso Pena.

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