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Polícia

MPMS cumpre mandados em quatro estados em nova fase da Operação Pombo Sem Asas

Ação mira integrantes de facção suspeitos de enviar drogas e celulares para presídio de segurança máxima em Campo Grande

13 março 2026 - 07h10Luiz Vinicius

Uma nova ação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul cumpriu mandados de prisão e busca em diferentes estados do país contra investigados ligados a uma facção criminosa que atuava no envio de drogas e celulares para dentro de presídios. A medida é um desdobramento da Operação Pombo Sem Asas, deflagrada na quarta-feira (11) no estado.

As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Itanhaém (SP), onde houve prisão e busca e apreensão contra uma investigada; Martinópolis (SP), com mandado de prisão contra um faccionado que já estava detido por outro crime; Mossoró (RN), no presídio federal, também contra uma integrante da facção que já se encontrava presa; e em Colniza (MT), onde outra investigada foi presa.

As investigações tiveram início após a prisão, em 2022, de um ex-policial militar suspeito de facilitar a entrada de drogas e aparelhos celulares no presídio de segurança máxima de Campo Grande, mediante pagamento de propina.

A apuração começou focada nos civis responsáveis por corromper o policial, posteriormente identificados como integrantes de uma facção criminosa. Com o avanço das diligências, também foram identificados núcleos responsáveis por operar o tráfico de drogas fora do sistema prisional.

Durante a investigação, foi constatado que os ilícitos eram arremessados manualmente ou transportados por drones — chamados pelos criminosos de “pombos” — que levavam drogas e celulares até o presídio. Ao todo, foram expedidos 25 mandados de prisão preventiva; seis investigados seguem foragidos. Também foram apreendidos 20 celulares, além de uma pequena quantidade de cocaína, balanças de precisão e acessórios de telefonia que seriam destinados a unidades prisionais. Segundo o MPMS, apenas em transferências bancárias, o ex-policial teria recebido cerca de R$ 120 mil dos investigados.

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