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Processos judiciais motivaram o assassinato de ex-governador

O ex-assessor foi “tirar satisfações” com Camata após ser condenado a pagar R$ 60 mil ao político

27 dezembro 2018 - 17h14Da redação com informações da Agência Brasil    atualizado em 27/12/2018 às 21h18

Marcos Venício Moreira Andrade, 66 anos, ex-assessor parlamentar e assassino do ex-governador do Espírito Santo, Gérson Camata (MDB), relatou à polícia que procurou a vítima na quarta-feira (27), dia do crime, para “tirar satisfação” do prejuízo financeiro decorrente de uma ação judicial.

Preso, Andrade admitiu o crime e revelou às autoridades policiais que fora condenado a pagar cerca de R$ 60 mil ao ex-governador, em uma ação judicial movida pelo político. "Neste encontro, iniciou-se uma discussão verbal, momento em que o Marcos Venício sacou uma arma e efetuou o disparo que vitimou o nosso ex-governador", informou o secretário estadual de Segurança Pública, Nylton Rodrigues.

Camata moveu duas ações contra Andrade a partir de abril de 2009. Uma na esfera criminal, que tramita no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES). Outra, na esfera cível. Neste segundo processo, já julgado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJ-DFT), o ex-governador capixaba reclamou uma indenização por danos morais decorrentes de acusações feitas por Andrade e obteve ganho de causa.

O ex-assessor acusava seu ex-chefe, então senador da República, cometera atos ilícitos civis, administrativos e penais, tanto na esfera pública, quanto na vida privada. As acusações motivaram a Procuradoria e a Corregedoria Parlamentar do Senado Federal a instaurar procedimentos investigatórios contra Camata. 

Os dois procedimentos foram posteriormente arquivados por falta de provas. A partir daí, Camata decidiu processar o ex-assessor. Na ação que ajuizou no TJ-DFT, o ex-governador pediu, inicialmente, R$ 1 milhão de indenização por danos morais. Segundo o político, as acusações de Andrade atingiram sua “integridade moral e respeitabilidade no meio social”.

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