Waldemar Pereira Rivas, o “Cachorrão”, suspeito de mandar executar o jornalista Leo Veras no dia 12 de fevereiro, foi preso na noite de sexta-feira (1º), em Pedro Juan Caballero, na divisa com Ponta Porã.
Leo Veras era o proprietário do site Porã News, um dos principais jornais policiais da fronteira com o Paraguai.
De acordo com o ABC Color, agentes da 7a Delegacia do Bairro Jardim Aurora efetuaram a prisão de Waldemar, considerado um dos mais membros Primeiro Comando da Capital (PCC) mais perigosos na fronteira do Brasil com o Paraguai.
Waldemar estava dentro de um veículo, sob efeito de álcool, e foi detido durante inspeção preventiva. Ele foi encaminhado para o Departamento de Investigação Criminal da Polícia de Amambay.
De acordo com o jornal paraguaio, o elemento que víncula Cachorrão ao assassinato de Leo Veras é a sua camionete Jeep Renegade, utilizada pelos membros da facção que mataram o jornalista.
No Brasil, Cachorrão é condenado a 17 anos de prisão. No mesmo mês do assassinato, ele negou que tivesse mandado matar Leo Veras e afirmou que era amigo próximo do jornalista e de sua família.
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No Brasil, Cachorrão é condenado a 17 anos de prisão (Reprodução/Internet)



