Uma das agressoras de Gabriela Ximenes Souza, 10 anos, que morreu na manhã desta segunda-feira (6) por complicações em decorrência do espancamento ocorrido na última quinta-feira (29), teria dito, ainda quando estava dentro da Escola Estadual Lino Villachá, que mataria ou deixaria a menina na cadeira de rodas.
Ao JD1 Notícias, a tia da vítima, Clarice Costa de Souza, contou que Gabriela procurou a prima e falou o que foi ameaçada pela colega. “Ela disse que logo após a ameaça, a menina falou que bateria na minha sobrinha na saída da escola”, relatou.
Clarisse disse ainda que a mãe de uma das agressoras entrou na escola e fez mais uma ameaça. “Se minha filha não bater em você direito, eu vou bater”, teria dito. As duas têm a mesma idade, 10 anos. A agressora chamou mais duas amigas, ambas com 14 anos e, na saída, alcançaram Gabriela. Com uma mochila, espancaram a criança. A tia não soube dizer o que motivou as ameaças.
No Facebook, a escola lamentou a morte da criança e decretou luto. Veja na íntegra:
“A Escola Estadual Lino Villachá através da sua direção, coordenação pedagógica, corpo docente e discente e demais funcionários estão em luto pelo falecimento da aluna Gabrielly Ximenes de Souza. Outrossim comunicamos que, estamos fornecendo as informações que possuímos para auxiliar no esclarecimento dos fatos. Que Deus conforte o coração de todos os familiares pela perda irreparável.”
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Gabriela Ximenes Souza morreu nesta manhã, uma semana após ser espancada (Foto: Arquivo da família)



