Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), e divulgada nesta quinta-feira (24), a taxa de aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro cresceu de 29% para 40% de brasileiros que consideram a gestão boa ou ótima. A última pesquisa foi realizada em dezembro.
Enquanto que os que avaliam como ruim ou péssima caíram para 29%, ante os 38% registrados na última pesquisa.
A popularidade do presidente cresceu principalmente entre os entrevistados com menos grau de escolaridade. Entre os que estudaram até a oitava série do ensino fundamental, os que avaliam bem o governo foram de 25% para 44%.
Outra faixa em que a aprovação cresceu significantemente foi entre a população com renda familiar de até um salário mínimo, subindo de 19%, em dezembro de 2019, para 35%.
O gerente-executivo de economia da CNI, Renato da Fonseca, considerou que o auxílio emergencial teve papel importante nessa mudança, “Aparentemente, o auxílio emergencial teve um papel importante na melhora da avaliação do governo Jair Bolsonaro, como reflete o crescimento na aprovação das ações de combate à fome e à pobreza”, afirmou.
A parcela de brasileiros que dizem confiar no presidente foi de 41% a 46%. No entanto, a taxa ainda é menor dos que dizem não confiar, que totalizam 51%. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre 17 e 20 de setembro em 127 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Com serviços essenciais, MS Cidadão ultrapassa 2,4 mil atendimentos

Coronel David defende organização política e filiação ao PL

CPI troca membros, derruba relatório e acirra crise com STF

Deputados discutem atualização de símbolo de idosos

Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório no Supremo

Com brecha no regimento, Assembleia mantém blocos e evita nova divisão

TSE troca comando e terá Nunes Marques na presidência

CPI do Crime Organizado expõe falhas no sistema de monitoramento das fronteiras

Câmara vota projeto que cria política de atenção ao diabetes na Capital


A pesquisa foi realizada pelo Ibope e encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (Reprodução/Internet)



