Sobre a decisão da presidente do Brasil em adiar a viagem que faria a Washington, Assange disse que atos simbólicos podem ser importantes. Dilma Rousseff decidiu adiar a viagem de Estado que faria em outubro a Washington, nos Estados Unidos. A decisão foi motivada pelas denúncias de que a agência de segurança norte-americana, a NSA, espionou a presidente, seus assessores e também a Petrobras, segundo revelou o programa Fantástico.
Assange falou que "há um colapso do Estado de direito no Ocidente" com a vigilância e espionagem, e que "Obama perseguiu mais denunciantes, mais fontes jornalísticas, sob a lei de espionagem, do que duas vezes o número de presidentes combinadas."
Sobre sua condição, de estar asilado na embaixada do Equador em Londres, Assange disse que "é muito difícil ficar 500 dias numa embaixada, mas é um luxo, ao contrario de vocês que estão aí eu não posso ser preso. É o lugar mais seguro do mundo para Julian Assange".Reportar Erro
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Julain Assange, em videoconferência. (Foto: Reprodução) 



