A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (11), por 45 votos a 14, o projeto de lei (PL) 104/15, que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares e tablets, em escolas públicas e particulares de todo o Brasil.
O texto proíbe o uso de celulares e tablets durante as aulas, no recreio e em outros intervalos entre as aulas, mas permite que os estudantes levem os aparelhos para a escola.
O PL aprovado é uma modificação da proposta aprovada na Comissão de Educação da Câmara, que proibia que alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, levassem o aparelho para a escola.
A discussão do texto, no entanto, foi marcada por confusão na CCJ, com discussões entre a deputada Julia Zanatta (PL-SC) e seu colega de partido, Capitão Alberto Neto (PL-AM).
O sul-mato-grossense Marcos Pollon (PL-MS) também protagonizou um momento de tensão ao discutir aos gritos com Diego Garcia (Republicanos-PR) sobre o projeto, com os dois tendo o microfone cortado pela presidente da CCJ, Caroline de Toni (PL-SC).
Agora, o texto deve seguir para o Senado.
Confira o que fica firmado, até o momento, com a aprovação do texto na CCJ da Câmara:
- Uso do celular está proibido em todas as etapas da educação básica, desde a educação infantil até o ensino médio, em sala de aula, no recreio e nos intervalos de aula
- Uso do aparelho só será permitido para fins pedagógicos, sob orientação de educadores, ou para promover acessibilidade de alunos que sejam pessoas com deficiência
- Uso permitido em situações de estado de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior
- O porte do celular está autorizado, mas seu uso está proíbido
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Caixa dois pode ser punido como improbidade administrativa, determina STF

Eleitores têm 90 dias para regularização do título eleitoral

Senado pode quebrar patente do Mounjaro e autorizar produção do medicamento no Brasil

Encontro estadual da UCV deve reunir vereadores em Campo Grande

Gerson cria condições para disputar cadeira no Senado

Lula volta a defender mandato para ministros do STF

Troca de líderes marca retomada dos trabalhos na Câmara da Capital

Zé Teixeira apresenta pedidos por melhorias no campo e energia no interior

Ministério Público reconhece compra de votos, mas não vê provas para cassar Adriane Lopes






