Cotada como possível vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, a senadora Tereza Cristina (PP) evitou confirmar qualquer articulação eleitoral. Em entrevista à Jovem Pan, a parlamentar desconversou sobre a possibilidade de integrar a composição majoritária e afirmou que ainda é cedo para tratar do tema.
“É uma conjuntura que os partidos que se coligarem vão sentar e colocar nomes, acho que é muito cedo para essa conversa”.
O nome de Tereza Cristina aparece entre as opções avaliadas por aliados do bolsonarismo dentro de uma estratégia mais ampla da direita para 2026. A movimentação prevê divisão no primeiro turno e eventual união no segundo, caso haja enfrentamento com um candidato da esquerda. A análise foi detalhada pela jornalista Isabel Mega, no Bastidores CNN.
Dentro desse cenário, a escolha de uma mulher para a vice é vista como tentativa de ampliar o diálogo com o eleitorado de centro e suavizar a imagem da chapa. Além de Tereza Cristina, também é citado o nome da deputada federal Simone Marquetto (MDB), ex-prefeita de Itapetininga.
A reorganização partidária, impulsionada pela migração de Ronaldo Caiado para o PSD, abriu margem para que partidos do centrão atuem com mais autonomia no primeiro turno. Ainda assim, a consolidação da candidatura de Flávio Bolsonaro não é tratada como definitiva. Integrantes do PL admitem que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, segue como “reserva estratégica”, podendo alterar o desenho eleitoral caso entre na disputa.
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Senadores Flávio Bolsonaro e Tereza Cristina (Cristiano Mariz/O Globo e Geraldo Magela/Agência Senado)



