Os vereadores de Campo Grande querem a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar o Consórcio Guaicurus que alegou prejuízos para justificar o último reajuste que elevou a tarifa para R$ 4,95, enquanto dados apresentados pela Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) apontam lucros expressivos durante o período de 2012 a 2019.
Com a Comissão Parlamentar de Inquérito instalada e início das oitivas, os parlamentares poderão ter acesso a documentos que possam confrontar os números apresentados pelo consócio. Até o momento, 9 vereadores já assinaram em favor da abertura da CPI proposta pelo vereador Junior Coringa (MDB). São necessárias 10 assinaturas.
Enquanto isso, a equipe jurídica do vereador busca por um fato determinado, para fundamentar a CPI. "A gente não pode também abrir uma CPI vaga, que não termina nunca, então nós estamos buscando. A partir do momento que estiver com o fato determinado, vamos apresentar o requerimento”, explicou Junior Coringa.
Os vereadores querem apresentar o requerimento à Mesa Diretora da Casa de Leis, para a implantação da CPI na segunda semana de trabalhos legislativos que retornam no dia 17 de fevereiro.
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Aldeias indígenas de Aquidauana recebem atendimento itinerante da Justiça Eleitoral

Justiça barra 'adesivaço' do PL em Dourados aciona fiscalização imediata

Lula defende que IA fique a cargo de instituição multilateral

Interlocução liderada por Nelsinho Trad antecede revés de Trump na Suprema Corte

VÍDEO: Vereador fala em impeachment de Adriane por não intervir no Consórcio Guaicurus

PT processa Adriane por aumento 'acima do razoável' da taxa do lixo em Campo Grande

STF abre ação penal contra Eduardo Bolsonaro por coação

MS recebe encontro nacional de gestores para discutir planejamento e orçamento

Câmara aprova novo Prodes e garante mais segurança para empresários da Capital


Propositor da CPI, vereador Junior Coringa (Izaias Medeiros)


