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Política

Fux pede para Bolsonaro parar com ataques a ministros do STF

Presidente do Supremo Tribunal Federal, marcou reunião com Bolsonaro após ataques ao Judiciário

12 julho 2021 - 17h15Matheus Rondon, com informações Uol

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, deve pedir nesta segunda-feira (12) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pare com os ataques direcionados a ministros da Corte, após a escalada das ofensivas nas últimas semanas.

O encontro entre Fux e Bolsonaro durou cerca de 20 minutos, segundo o presidente, e aconteceu em meio a uma intensificação dos ataques de Bolsonaro a ministros do Supremo Tribunal Federal, em especial, a Luís Roberto Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral. No sábado (10), durante uma "motociata" no Rio Grande do Sul, Bolsonaro mentiu ao acusar falsamente o ministro de "defender a pedofilia", a "liberação das drogas" e a "redução da maioridade para estupro de vulneráveis". Barroso nunca disse nada semelhante e, em 2017, ainda fez exatamente o oposto, votando pela continuidade de uma ação penal contra um jovem de 18 anos que manteve relações com uma menina de 13.

"Quero perguntar ao ministro Barroso, do STF, ministro este que defende a redução da maioridade para estupro de vulneráveis. Ou seja, é a pedofilia o que ele defende. Ministro que defende o aborto, ministro que defende a liberação das drogas. Com essas bandeiras todas, ele não tinha que estar no Supremo, tinha que estar no Parlamento para defender as suas bandeiras." - Jair Bolsonaro, em 10 de julho.

As acusações de Bolsonaro, bem como os repetidos ataques ao Judiciário e os questionamentos sobre a lisura do processo eleitoral no Brasil, geraram uma reação por parte de outros ministros do STF. Gilmar Mendes, por exemplo, saiu em defesa de Barroso, e reforçou que disseminar notícias falsas é danoso à democracia.

"Disseminar notícias falsas é corrosivo para a democracia e configura crime. Não existe juiz da Corte Constitucional brasileira favorável à pedofilia, à tortura ou a qualquer forma de violência. A mentira jamais vai conseguir impedir a defesa da Constituição", escreveu o ministro em uma rede social.

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