Na última semana, tanto o PT quanto PSL lançaram seus nomes para a disputa da prefeitura da capital. O deputado Capitão Contar será candidato do PSL e o ex-governador Zeca do PT competirá no seu partido.
Com isso, o ano eleitoral começa a ter um desenho mais claro, embora ainda faltem outras definições. O procurador Sérgio Harfouche ainda fala em disputar, mas ele não tem um partido. O deputado Coronel David também comenta com amigos que gostaria de tentar o comando do Executivo municipal, mas ele não tem o comando do seu partido, o PSL, que até o momento já tem candidato, ou seja, ele terá que deixar a legenda com riscos jurídicos, inclusive, de ter seu mandato solicitado pela sigla.
O ex-secretário Paulo Matos também ensaia uma candidatura e tem participado constantemente de eventos na periferia, relatando sua disposição. Ele, no entanto, até agora não teve o aval de sua legenda,
O DEM, se quiser prosseguir com suas pretensões poderá até mesmo viabilizar outro partido, para se alojar e se lançar de direito. Já a deputada Rose Modesto (PSDB) que, para muitos analistas, seria a mais forte opositora à Marquinhos Trad, também tem o mesmo problema de outros que sonham com a municipalidade, não tem um partido para chamar de seu.
No ninho tucano, o apoio a Marquinhos Trad já está definido e o nome mais forte para ser vice do atual alcaide é o de Carlos Alberto Assis, apesar de que tanto o ex-secretário Marcelo Miglioli e o vereador João Rocha também são citados como opções para completar a chapa de situação.
Candidato natural ao cargo, Marquinhos, em todas as análises, é presença certa no segundo turno da eleição e, além do apoio do PSDB, de Reinaldo Azambuja, deve ter a maior coligação na eleição majoritária a impulsionar sua reeleição.
Por fim, o ex-governador André Puccinelli que, mesmo com rejeição alta tem bons números nas pesquisas, fala em ser candidato, mas trabalha nos bastidores para atrair Rose Modesto a seus quadros e lançá-la na disputa.
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Possíveis candidatos à prefeitura de campo Grande (Reprodução)



