A Polícia Federal identificou Aparecido Andrade Portela, o "Tenente Portela", suplente da senadora Tereza Cristina (PP-MS), como intermediário entre o governo Bolsonaro e financiadores de atos antidemocráticos.
Amigo de Bolsonaro desde os anos 1970, Portela visitou o ex-presidente ao menos 13 vezes em dezembro de 2022. Ele usava o termo "churrasco" como codinome para o golpe, segundo mensagens enviadas a Mauro Cid.
Após os atos de 8 de janeiro, Portela mostrou preocupação com a identificação de participantes de Mato Grosso do Sul e com a devolução de recursos a financiadores. A PF concluiu que ele foi peça-chave na organização financeira das ações.
Portela não respondeu à reportagem até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto; O envolvimento de Portela é detalhado a partir da página 721 do documento.
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