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Política

Remédio à base de maconha une partido do presidente e seu antagonista

Projeto de lei pretende liberar a plantação da Cannabis sativa por indústrias farmacêuticas

29 julho 2019 - 17h59Rauster Campitelli, com informações do R7    atualizado em 29/07/2019 às 18h07

Separados ideologicamente na maioria das discussões, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, e seu antagonista, PSOL, lutarão unidos por uma causa relacionada à saúde e à polêmica da liberação do plantio da maconha para fins medicinais. Um projeto de lei que pretende liberar a plantação da Cannabis sativa por indústrias farmacêuticas para produção de remédios conta com o apoio de Carla Zambelli e Marcelo Freixo.

Esse tipo de medicamento já pode ser importados legalmente, custando milhares de reais para os familiares de doentes. Zambelli comenta que os benefícios não se restringem aos pacientes e seus familiares. “Além da melhoria da saúde dos pacientes, a economia também sentirá efeitos positivos com a pesquisa, produção e o desenvolvimento dos medicamentos, visto que o aumento da escala de produção fará com que o impacto no custo do produto seja muito menor”.

A deputada também afirma que possíveis parcerias entre governo e laboratórios podem reduzir ainda mais o preço destes remédios, usados no tratamento de pacientes com Parkinson, Alzheimer, esquizofrenia, depressão e autismo. Segundo Zambelli, a planta também pode ser utilizada pela indústria náutica, de confecção e até de cosméticos.

Marcelo Freixo foi chamado pela congressista do PSL para se tornar coautor do projeto e confirmou, por meio de sua assessoria, que assinou o pedido, que será apresentado à Câmara assim que a casa retornar do recesso parlamentar. Fica de fora da proposta um ponto no qual os dois autores divergem: o uso recreativo da maconha.

Enquanto Freixo defende a liberação, Carla confirma que, este fim "está completamente fora da nossa atuação". A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) segue seu estudo sobre a liberação ou não e realizará, no próximo dia 31 de julho, duas audiências públicas para discutir o tema com a sociedade civil.

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