Após ser aprovada e seguir para o Senado, representantes de Mato Grosso do Sul no Senado Federal assumem um posicionamento favorável a PEC 241, que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos.
Para senador Waldemir Moka (PMDB), que declarou seu posicionamento em sua rede social, “essa medida foi necessária diante do descalabro das contas do governo, deixado pela ex-presidente Dilma Rousseff”. Moka ressalta ainda que esta é uma medida necessária para a economia. “O Brasil não suportará por muito tempo, caso essa PEC não seja aprovada”, destaca.
A senadora Simone Tebet (PMDB), segundo sua assessoria de imprensa, estuda o texto-base aprovado pela Câmara dos Deputados para declarar um posicionamento concreto sobre a PEC 241, mas de forma geral é favorável ao projeto que limita os gostos públicos.
Já o senador Pedro Chaves (PSC) destaca o momento econômico do País, acredita que a situação atual é uma herança dos antigos governos e considera necessária a contenção de gastos do governo. O senador faz um comparativo com economia familiar e a necessidade de “apertar as contas”.
Segundo sua assessoria de imprensa, mesmo dando apoio às medidas do governo e ser favorável à contenção de gastos, Pedro Chaves destaca a preocupação com a limitação de gastos com a saúde e educação e a necessidade de estudar os ajustes feitos na Câmara dos Deputados.
No Senado, para a PEC ser aprovada, são necessários um mínimo de 49 votos em cada votação. A intenção da base aliada do governo no Senado é acelerar a tramitação da proposta para que ela seja aprovada em segundo turno ainda no mês de novembro.
Na madrugada de ontem (26) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 foi aprovada pela Câmara dos Deputados. O texto-base recebeu 359 votos favoráveis, 116 contrários e duas abstenções.
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