O governador eleito Eduardo Riedel, já tem na cabeça o esboço de como será o seu lado da transição. A equipe que esmiuçara dados para Eduardo será eminentemente técnica e trabalhará um patamar acima do que normalmente faz esse tipo de time.
Ao invés de fazer o reconhecimento da situação do estado, os indicados por Riedel já avançariam nas sugestões de providências e alterações que devem marcar o início do governo.
Fonte da cozinha de Riedel confidenciou ao JD1, que o que acontece nos 100 dias, período onde novos governantes preparam medidas com sua cara, poderá ser feito já antes da posse “adiantando muito” o novo governo.
A linha mais avançada decorre da intimidade que o eleito tem com a gestão estadual, onde todas as medidas e estratégias em execução já passaram pela sua mesa, ou sala de reunião. Com isso o trabalho de reconhecimento torna se redundante e as primeiras medidas podem tomar o lugar dos pen drives com diagnósticos, todos de conhecimento de Riedel.
Outro detalhe, o primeiro nome na transição pode ser o do deputado José Barbosinha, vice-governador eleito, que pode ser o único político a ter assento nessa passagem.
O anúncio dos nomes que comporão a transição, tanto da parte do governo que se encerra quanto do que se inicia em janeiro, está previsto para a próxima quinta-feira dia 17.
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