A Campanha de Vacinação contra a Influenza imunizou até o momento 35.721 pessoas, o que representa 16,26 % do público alvo estimado em 219.615 indivíduos. Os dados divulgados nesta sexta-feira (26) pela Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande levam em consideração as doses aplicadas entre o dia 10 de abril (início da mobilização) e a última terça-feira (23).
No período dos dados divulgados, a Campanha imunizou desde começo até o último domingo (21), gestantes e crianças de seis meses a menores de seis anos. O resultado aponta o maior percentual de cobertura, sendo 30,79% e 29,26%, respectivamente.
Os dados, aparentemente inferiores dos demais grupos, representam apenas dois dias de vacinação, pois este público foi incluído na Campanha na segunda-feira (22).
A vacina está disponível nas 68 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de Saúde da Família (UBSF). Estes locais estão abertos de acordo com o horário estabelecido por cada unidade para atender a população do grupo de risco.
Quem pode receber?
Podem receber a dose da vacina indivíduos com 60 anos ou mais de idade, as puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), os trabalhadores de saúde, indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, professores de escolas públicas e particulares, as crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas.
Os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e a população privada de liberdade, bom como os funcionários do sistema prisional serão imunizados em esquema de programado pela Sesau.
Vacinação
Para receber a dose, todos os públicos do grupo prioritário devem apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) e/ou número prontuário da rede de saúde de Campo Grande (Hygia); documento pessoal de identificação; e, a caderneta de vacinação (caso tenha).
Além dos documentos exigidos para todos, os profissionais de saúde devem apresentar a carteira de conselho ou holerite; as gestantes e puérperas: cartão da gestante, laudo médico ou exames com identificação; os indígenas: cadastro na SESAI; e os policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas: documentos comprobatórios que informe a condição de policial civil ou militar.
O controle mais rigoroso para imunizar as pessoas do grupo de risco é para atender as recomendações do Ministério da Saúde, que não irá disponibilizar doses extras.
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O resultado aponta o maior percentual de cobertura, sendo 30,79% e 29,26%, respectivamente (Agência Brasil)



