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Saúde

Volta das chuvas gera alerta quanto ao Aedes aegypti

Prefeitura estabeleceu cronograma de ações de combate ao mosquito e bairros estão recebendo mutirões

26 setembro 2019 - 13h15Vitória Ribeiro, com informações assessoria

O início da primavera começou a trazer as chuvas de volta para Campo Grande, mas isso pode ser um risco quando se trata da proliferação do mosquito Aedes Aegypti. É comum, durante a estiagem, relaxar nos cuidados e, com a primeira chuva, os criadouros do mosquito voltam a aparecer.

Atualmente, a Capital está com os menores índices de notificação de dengue, zika e chikungunya desde o início do ano, quando havia uma epidemia, mas o alerta permanece. Em agosto, a Prefeitura estabeleceu um cronograma de ações de combate ao mosquito onde os bairros com os maiores índices de infestação estão recebendo mutirões, e, no dia 30, a região do Bairro Lajeado é que será atendida pelo “Cidade Limpa”.

O secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho, destaca a importância de cada um fazer a sua parte no combate ao mosquito Aedes aegypti sendo o engajamento da população fundamental neste processo.

“Nós sabemos que 80% dos focos estão dentro das residências, por isso, principalmente agora com a volta das chuvas, é preciso que todos estejamos atentos para evitar o aumento na proliferação do mosquito e, consequentemente, das doenças. Não basta somente o Poder Público fazer a sua parte, é preciso a colaboração de todos”, disse.

Até agora, em setembro, foram somente 63 notificações, mas isso não quer dizer que a luta contra o Aedes está vencida. Tampinhas de garrafa que estão largadas no chão já são um criadouro perfeito para o mosquito.

A principal forma para combater a proliferação das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti é evitando a proliferação do mosquito, portanto, com as chuvas ainda sendo isoladas, deve-se aproveitar a estiagem para fazer ações que costumam demandar mais tempo, como a limpeza das calhas, caixas d’água e piscinas.

Os potes de água dos animais de estimação, pratos que ficam em baixo de vasos de plantas, banheiros que não são frequentemente utilizados e até brinquedos espalhados pelo quintal precisam de atenção, já que os ovos do mosquito permanecem no recipiente por até seis meses mesmo sem água, esperando o momento exato para eclodirem.

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