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Agronegócio

Exportações de Mato Grosso do Sul chegam a R$ 20 bilhões em 2019

Milho e celulose apresentaram crescimento na porcentagem de exportação

08 janeiro 2020 - 13h03Jônathas Padilha, com informações da assessoria

O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou dados em que Mato Grosso do Sul terminou o ano de 2019 com R$ 20,5 bilhões em produtos exportados ao mercado externo, entre os principais estão, a celulose, soja, carne bovina e milho.

Esses dados divulgados do Ministério foram compilados na Carta de Conjuntura feita pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

O destaque de 2019 foi o milho, que aumentou em 409%, por conta de uma safra recorde. A soja representou 21,6% nesse ano, caindo 41,3% nas exportações para outros países. Entretanto, com o investimento em indústrias em Três Lagoas, houve um aumento em 4,3% na venda externa da celulose, totalizando 37% nas exportações sul-mato-grossenses.

Apesar da queda de 21% na exportação da soja, a China continua sendo o principal destino das exportações do estado, com 41% do mercado voltado ao país. O Japão e os Estados Unidos aumentaram a compra em 2019 em 290% e 64%, respectivamente.

 O secretário da Semagro, Jaime Verruck, afirmou que apesar de ter uma política de incentivo à logística, a tendência é aumentar o consumo interno em outros setores. “Os números mostram que o foco necessário para o Estado está na agregação de valor para exportação. É a linha que queremos adotar. Processar mais as matérias primas internas para que elas possam sair semielaboradas ou elaboradas, como é a celulose. Nas carnes tornar o MS livre de febre aftosa para que a gente conquiste novos mercados, inclusive com a suinocultura”, disse.

Verruck falou que no ano passado aumentou o esmagamento de soja no mercado interno e a tendência é que as exportações diminuam nesse ano. “A atividade de novas indústrias neste ano vai aumentar o processamento de soja internamente, como a Coamo em Dourados, e isso é positivo, pois a operação dentro do Estado gera impostos e agrega valor à cadeia”.

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