Em nota, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que “a chance de se encontrar irregularidades em suas contas pessoais ou eleitorais é zero”.
A declaração foi feita em resposta ao vazamento do acordo de delação premiada do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho à força-tarefa da Operação Lava Jato.
Renan defenda anda que “jamais autorizou ou consentiu que terceiros falassem em seu nome em qualquer circunstância”.
“O senador ressalta ainda que suas contas já são investigadas há nove anos. Em quase uma década não se produziu uma década contra o senador”, diz o texto divulgado pela assessoria de imprensa da presidência do Senado.
Em depoimento à Lava Jato, Melo Filho afirmou que parte de um valor prometido pela construtora ao PMDB na campanha eleitoral de 2014 foi entregue em dinheiro vivo no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e assessor do presidente Michel Temer.
Outros caciques do PMDB também foram criados na delação, como Romero Jucá (RR) e Eunício Oliveira (CE), que também negam irregularidades.
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