Em nota, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que “a chance de se encontrar irregularidades em suas contas pessoais ou eleitorais é zero”.
A declaração foi feita em resposta ao vazamento do acordo de delação premiada do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho à força-tarefa da Operação Lava Jato.
Renan defenda anda que “jamais autorizou ou consentiu que terceiros falassem em seu nome em qualquer circunstância”.
“O senador ressalta ainda que suas contas já são investigadas há nove anos. Em quase uma década não se produziu uma década contra o senador”, diz o texto divulgado pela assessoria de imprensa da presidência do Senado.
Em depoimento à Lava Jato, Melo Filho afirmou que parte de um valor prometido pela construtora ao PMDB na campanha eleitoral de 2014 foi entregue em dinheiro vivo no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e assessor do presidente Michel Temer.
Outros caciques do PMDB também foram criados na delação, como Romero Jucá (RR) e Eunício Oliveira (CE), que também negam irregularidades.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Mês da mulher: SUS ganha teleatendimento para mulheres expostas à violência

Brasil pede à OMS inclusão de CID de feminicídio

Ministro André Mendonça dá 'ralo' na PGR após órgão ignorar urgência na prisão de Vorcaro

PF aponta corrupção na saúde de Macapá e ministro do STF afasta prefeito

Projeto que proíbe uso de dinheiro em espécie em transações imobiliárias avança no Senado

Vorcaro mantinha estrutura de intimidação de pessoas, cita ministro

Receita Federal anuncia no próximo dia 16 as regras do Imposto de Renda 2026

Senado acelera votação de acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

Davi Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha aprovada na CPMI do Crime Organizado







