Depois de invadirem e ocuparem área pública na região do bairro Jardim Noroeste em Campo Grande, as famílias foram notificadas e orientadas a deixarem os barracos. O local fica próxima ao antigo aterro de entulhos, desativado em 2017 e já havia sido invadido em 2010 por outras pessoas que foram atendidas pela Agência Municipal de Habitação (EMHA).
Depois da divulgação sobre a desapropriação do local pela imprensa, a EMHA, emitiu nota de esclarecimento e afirmou que nesta segunda-feira (20), a equipe da agência esteve no local com a finalidade de avaliar o perfil social dessas famílias. O intuito é o levantamento de informações para estabelecer um plano de ação para verificar possibilidades de reassentamento.
O órgão informou ainda que “no momento, não há compromisso de atendimento imediato” e ressaltou que homens solteiros e sem filhos que moram no local definitivamente não serão atendidos, caso haja eventual auxílio de moradia para essas famílias.
A área ocupada se transformou em uma verdadeira favela e conforme a própria EMHA, houve uma invasão em 2010 e as famílias foram atendidas por programa habitacional emergencial e reassentadas, entre 2011 e 2012, no Conjunto Habitacional Nova Serrana, e Residencial Celina Jallad.
A área pública, posteriormente, foi desocupada e limpa. Em 2013, o local voltou a ser invadido, causando uma série de prejuízos tanto ambientais quanto ao ordenamento do programa habitacional municipal, segundo o órgão.
Para o poder municipal as invasões prejudicam cerca de 42 famílias que aguardam, de maneira legal e justa o benefício da moradia social, já que os invasores tentam forçar a administração a atendê-los de forma imediata e fora do cadastro livre.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Campanha Maio Amarelo 2026 é lançada com tema "Enxergar o outro é salvar vidas"

Aluno de 15 anos ganha concurso de cartas e representa MS em etapa nacional

Ausência de regimento leva MP a abrir inquérito sobre conselho em Paranaíba

Uso de bicicletas elétricas leva MP a fiscalizar trânsito em Chapadão do Sul

TJ não aceita tese de 'acidente' e mantém condenação por feminicídio na Capital

MS reduz pobreza e retira 44,6 mil pessoas da vulnerabilidade em dois anos

Acidente de moto mata jovem de 19 anos no bairro São Conrado, em Campo Grande

Câmara Municipal sedia curso gratuito voltado a projetos sociais em Campo Grande

Hóspede leva surra de recepcionista após confusão por cone em hotel de Bonito

Agência Municipal de Habitação (EMHA) (Divulgação)


