Em ação de fiscalização realizada na quinta-feira (10) a equipe da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), encontrou irregularidades em uma das unidades da Havan, rede de lojas de departamentos em nível nacional, localizada na avenida Cônsul Assaf Trad, saída para Cuiabá, em Campo Grande. Atendendo a reclamações de consumidores, foram verificadas diversas irregularidades que, em última análise, se configuram em prejuízos para o consumidor.
Entre os principais problemas detectados pelos fiscais do Procon Estadual, destaque para a exposição de produtos para venda sem informação de preços, indisponibilidade de itens divulgados em tabloides distribuídos ao público com validade até o dia 14 de janeiro em curso, diferença de preços entre os fixados nos produtos e os cobrados nos caixas e, ainda, mercadorias expostas com avarias ou faltando peças sem qualquer comunicação ao consumidor.
No que diz respeito à falta de informação de preços, a lista de itens é bastante extensa e diversificada. Entretanto, destacam-se bichinhos de pelúcia, bonecas de pano, almofadas para pescoço, apontador com depósito, réguas, cola com brilho, chocolates em barras, salgadinhos e balas entre outros.
Apesar de constar no tabloide de divulgação, não foram encontrados em estoque, brinquedos como carrinhos resgate, jogos ex box e materiais escolares a exemplo de cadernos. Com relação à disparidade de preços entre gondolas (ou tabloide) e caixas constam, por exemplo, garrafa térmica que, na gondola consta por R$ 29,99 enquanto no caixa são cobrados R$ 49,99, massa para modelagem o preço exposto é de R$ 29,99 e cobrado 39,99.
Expostos para venda contendo avarias, principalmente falta de peças, sem qualquer aviso às pessoas que desejam adquirir foram encontrados, entre outros, faqueiros de aço inoxidável e brinquedos de lançamento de dardos.
Em relação às irregularidades encontradas no comércio, o superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão, adverte à população que, “ independente de se tratar de um pequeno estabelecimento ou de rede de lojas, o direito do consumidor é o mesmo. Sempre que for detectado algo que possa prejudicar quem necessita adquirir qualquer produto é recomendável denunciar para serem tomadas medidas para inibir abusos”.
Até a publicação da matéria a equipe de redação não conseguiu contato com a assessoria da Havan para verificar o posicionamento da loja.
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Apesar de constar no tabloide de divulgação, não foram encontrados em estoque, brinquedos, jogos e materiais escolares (Divulgação/Procon)


