Um dos marcos históricos mais importantes do Brasil, o Forte de Coimbra, localizado no coração do Pantanal Sul-Mato-Grossense, completa 250 anos esse mês e pode se tornar patrimônio mundial. Símbolo de resistência e estratégia militar, o local segue ativo como Pelotão Especial de Fronteira, sob responsabilidade do Exército Brasileiro.
Tombado pelo Iphan desde 1974 como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Forte entra agora em uma nova fase e busca o reconhecimento como Patrimônio Mundial da Unesco.
Para isso, será submetido a um processo de restauro, viabilizado por uma parceria entre o Exército (Comando Militar do Oeste), Governo de Mato Grosso do Sul, Iphan e a Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes.
O projeto prevê investimento de R$ 19 milhões, captados por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Qualquer cidadão ou empresa pode contribuir com doações. Com os recursos, serão restauradas estruturas históricas, criadas salas temáticas e promovida acessibilidade.
As salas serão todas ilustradas com episódios das Guerras em que o Forte esteve envolvido, personagens históricos como o engenheiro Ricardo Franco, além da devoção à padroeira Nossa Senhora do Carmo, cuja imagem original permanece na capela desde o século XVIII.
Com localização estratégica e relevância histórica, o Forte de Coimbra representa não apenas um capítulo da história militar do Brasil, mas também um compromisso com a preservação da memória nacional.
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Tombado pelo Iphan desde 1974 como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Foto: Reprodução )



