A noite de quinta-feira (04), foi marcada por muita emoção e prestígio com o Concerto da Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande. O evento foi realizado no auditório Teatro Prosa do Sesc Horto e, com a regência do maestro Eduardo Martinelli, o público pôde apreciar um repertório finíssimo e apaixonante.
A orquestra contou com grandes nomes do meio artístico. O violonista Gonzalo Victoria do Uruguai e a flautista Miriam Dickinson da Suíça. Os convidados apresentaram repertório de músicas da América Latina e Europa como o concerto "O Pintassilgo", com a participação da flautista Miriam Dickinson e, ainda, "Potrero Chico" com Gonzalo Victoria. O 0violonista ainda mostrou todo o talento ao se Cerrazón, levando o público ao delírio.
Para o maestro Eduardo Martinelli, o reconhecimento do público para com o trabalho da Orquestra Sinfônica e o intercâmbio de culturas são os pontos mais altos de uma conquista. "O grupo é muito consistente. Poder apresentar sempre com a casa cheia, em todos esses anos de dedicação e treinamento, é maravilhoso. A integração e valorização da música regional com concertos que utilizam a viola caipira, ou viola brasileira tem e deve predominar cada vez mais em apresentações como esta", considerou o maestro.
Segundo Martinelli, o reconhecimento conquistado motiva os músicos a se dedicarem cada vez mais. "A procura hoje por música de qualidade está cada vez mais intensa e é com essa intensidade que o grupo busca melhorar e aperfeiçoar mais e mais. Por isso, quero agradecer a prefeitura pelo apoio que nos dá em sempre manter viva a música erudita. concertos como estes, a música e cultura no geral", destacou.
Para Roberto Figueiredo, diretor presidente da Fundac, poder abrir a comemoração cultural do aniversário de 112 anos de Campo Grande com um concerto desse porte é digno da homenagem. "A prefeitura sempre teve um carinho especial com a Orquestra e com cultura em si. Ao todo, serão 70 eventos distribuídos na programação da Capital em comemoração ao aniversário da cidade. E ter como sempre a Orquestra Sinfônica mais uma vez abrilhantando nossa comemoração é maravilhoso e emocionante", declara Figueiredo.
Para a acadêmica em jornalismo, Thaysa Freitas, o cuidado que o maestro tem com o repertório e o público faz com que a admiração pelo seu trabalho cresça cada vez mais. "Eu adorei a apresentação da orquestra. O maestro é sempre muito cuidadoso com tudo que ele faz. Aquele som doce da flauta da Miriam Dickinson, contrastando com a força do violão de Gonzalo Victoria e o acompanhante de Miriam, tão novinho fazendo um trabalho tão brilhante no violino, emociona. Campo Grande precisava mais disso", considerou. E ainda citou: "aquele chorinho surpresa no final, uma delícia! Estou doida esperando pelo CD" confessou.
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