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MSGÁS tem potencial para distribuir gás natural no gasuto nacional, diz Ivan de Sá

A afirmação é do presidente da Transportadora Brasileira Gasoduto Brasil-Bolívia (TBG) durante reunião com a companhia sul-mato-grossense

10 julho 2019 - 08h15Priscilla Porangaba, com informações da assessoria

O presidente da Transportadora Brasileira Gasoduto Brasil-Bolívia (TBG) Ivan de Sá Pereira Júnior esteve em Campo Grande na terça-feira (9) para apresentar a Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul (MSGÁS) detalhes da chamada pública para contratação do serviço de transporte do gasoduto.

As empresas interessadas no processo podem verificar os critérios no edital que será publicado em 30 de julho.

A chamada pública será aberta devido ao vencimento do contrato de transporte de gás entre a TBG e a Petrobras no dia 31 de dezembro deste ano, com capacidade de 18 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, coordenada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo o diretor-presidente da TBG, o mercado de gás natural no Brasil tem a MSGÁS como potencial distribuidora do combustível ao longo do gasoduto. “Esse é um processo inovador para o mercado brasileiro. É um primeiro passo concreto que está sendo dado para mudar o mercado de gás no Brasil, no sentido de torná-lo mais competitivo”, afirmou.

Ainda segundo a TBG, na prática o regime estimula a contratação de transporte de acordo com o propósito de negócio de cada agente, oferecendo maior flexibilidade para as transações comerciais da molécula.

Além de permitir que o serviço deixe de ser negociado por trajetos pré-definidos desde a origem até o destino, possibilitando aos demandantes, distribuidores ou consumidores livres de gás, contratar apenas a capacidade de saída, e aos supridores, produtores e/ou comercializadores de gás, apenas a capacidade de entrada.

Para o diretor-presidente da MSGÁS, Rudel Trindade, a chamada pública significa a abertura do mercado do gás natural que é benéfica para Mato Grosso do Sul devido a posição estratégica que o estado tem no cenário nacional. “Novas empresas vão transportar o gás vindo da Bolívia. Com outras empresas ofertando para as companhias o serviço de transporte vamos ter competição de valores. Então essa nova estrutura só tem a favorecer o mercado”, pontuou.

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