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Aposentadoria de Michael Schumacher não foi espontânea

10 outubro 2012 - 11h40Diego Azubel / EFE

Pouco antes de iniciar a disputa do GP do Japão, semana passada, Michael Schumacher reuniu a imprensa no circuito de Suzuka para informar que deixaria a Fórmula 1 no fim do campeonato. “E desta vez para sempre”, garantiu, aos 43 anos de idade. Alegou não saber se teria a energia necessária para prosseguir competindo no nível máximo. “E quando não tenho certeza de fazer algo não me proponho a realizá-lo.”

Tudo foi feito para passar a impressão de que espontaneamente deixou a Fórmula 1. Mas a história parece ser diferente, de acordo com o que disse, ontem, à imprensa alemã, Niki Lauda. O ex-piloto, três vezes campeão do mundo, e hoje consultor da Mercedes, afirmou que “Michael ligou para a Sauber e a Ferrari” depois de Ross Brawn, diretor técnico da Mercedes, lhe confirmar a contratação de Lewis Hamilton. Na verdade, portanto, Schumacher não gostaria de deixar a F-1.

Apenas após entender que a Ferrari não tinha interesse em recontratá-lo e a Sauber está atrás de um piloto com patrocínio, para substituir Sergio Perez, é que Schumacher decidiu anunciar o fim de carreira na Fórmula 1.

Schumacher ainda tem cinco etapas pela frente antes de passar a assistir às corridas de casa, na Suíça, como fez nos três anos em que não competiu, de 2007 a 2009. E já a partir desta quinta-feira, 22 horas, horário de Brasília, o piloto da Mercedes volta à pista, para o primeiro treino livre da Coreia do Sul, no circuito de Yeongan, 16ª do calendário.

Já para a prova coreana a Ferrari vai testar novos componentes no modelo F2012. Fernando Alonso reclamou publicamente do marasmo da escuderia italiana no desenvolvimento do carro em relação a McLaren e Red Bull. “Teremos quatro novidades pequenas. As grandes mudanças virão na sequência”, explicou o diretor técnico da Ferrari, Pat Fry, nesta terça-feira.

Tanto Fry quanto o diretor geral da Ferrari, Stefano Domenicali, estão pedindo calma através da imprensa. “Precisamos nos manter serenos”, disse Fry. A Ferrari está sob pressão. Alonso tinha importante vantagem no campeonato, 29 pontos para Sebastian Vettel, da Red Bull, porém depois da vitória do alemão bicampeão do mundo e o abandono de Alonso, a diferença caiu para apenas 4 pontos. Dependendo do resultado do GP da Coreia do Sul, domingo, às 3 horas, horário de Brasília, Vettel pode assumir a liderança do campeonato.

A Ferrari tem a seu favor no circuito Yeongan os tipos de pneus escolhidos pela Pirelli: supermacios e macios. São os que o modelo F2012 melhor aceita, em geral. “São os que nos permitem o melhor acerto. Esperamos disputar uma boa corrida na Coreia.

Outro desempenho convincente de Felipe Massa, no fim de semana, como o segundo lugar em Suzuka, vai ajudá-lo ainda mais a ter o contrato renovado.

Via Estadão

Senar - agosto2020

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