O ex-jogador Daniel Alves, de 40 anos, foi condenado a 4 anos e 6 meses por um estupro cometido contra uma mulher, de 24 anos, em 2022, na cidade de Barcelona, na Espanha. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (22) Superior Tribunal de Justiça da Catalunha, que entendeu que não houve consentimento na relação, atestando também que há provas que atestem a violência sexual.
Em suas alegações, o Ministério Público havia pedido uma pena mais rigorosa e que chegasse a 9 anos de prisão, enquanto a acusação particular quis que a condenação alcançasse os 12 anos. A defesa do ex-atleta ainda pode recorrer da decisão.
A decisão, inclusive, é para que Daniel Alves cumpra a pena em regime fechado. Após esse período de condenação, a justiça determinou que ele seja vigiado por cinco anos.
O brasileiro também está proibido de se aproximar da casa ou do local de trabalho da vítima. Ele deve manter uma distância de ao menos 1 quilômetro e não se comunicar com ela, por qualquer meio, por nove anos e seis meses.
O ex-jogador foi condenado, ainda, à pena de inabilitação especial por exercício de emprego, cargo público, profissão ou comércio relacionado com menores por cinco anos após cumprimento de pena.
A corte considerou provado que Daniel Alves "agarrou abruptamente a denunciante, a atirou no chão, impedindo-a de se mexer, penetrou-a pela vagina, apesar de ela ter dito que não queria.
Segundo o documento, o Tribunal considera que "essa condição cumpre o tipo de ausência de consentimento, com uso de violência e com acesso carnal".
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Jogador durante o julgamento na Espanha (Jordi Borras/AFP)


