José Carlos Barbosa, secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, disse que a Helaine Barros, servidora do Patronato Penitenciário, se afastou do cargo depois de ser ameaçada por pessoas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC), nessa sexta-feira (2).
A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) disse que a servidora não recebeu ameaças e está de férias, mas Barbosa confirmou a veracidade das ameaças.
O secretário disse que outros servidores também foram ameaçados e que a Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. Segundo ele, o afastamento não é definitivo. Todas as ameaças são investigadas e quando existe uma chance delas se cumprirem, o estado protege os agentes.
Quem investiga o caso e protege os agentes ameaçados é a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos e Resgates, Assaltos e Sequestros (Garras).
O secretário também afirmou que não há possibilidade de greve dos agentes penitenciários em Mato Grosso do Sul.
Segundo algumas informações, o nome de Helaine estaria em uma lista de execução do PCC, por isso a decisão de afastá-la do cargo.
Uma ligação entre integrantes do grupo foi interceptada e foi revelado que o nome dela e de outra servidora estão em uma “lista da morte”.
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