“Os interesses de Mato Grosso do Sul estão acima de questões partidárias nesse momento de crise nacional e temos que estar comprometidos com a sustentabilidade do Estado”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (PMDB), ao reafirmar o apoio às medidas administrativas e contenção de gastos anunciadas na manhã desta segunda-feira pelo governador Reinaldo Azambuja.
Mochi disse que a tramitação da reforma administrativa terá prioridade na Casa de Leis, devendo ser lida em plenário logo após a entrega da mensagem pelo governador, para que ainda esta semana passe pela Comissão de Constituição e Justiça. “O que está em jogo é a questão financeira do Estado e vamos aprovar a reforma logo após o carnaval, no máximo em 15 dias”, garantiu. “A aprovação da PEC vai demorar um pouco mais, pois sua tramitação é diferenciada”, explicou.
Dever de casa
Segundo o deputado, a Assembleia Legislativa já cumpre sua parte na reforma administrativa dos poderes, atendendo a proposta do governador Reinaldo Azambuja, com o enxugamento da “máquina”, que implica em cortes nas despesas de pessoal e de custeio. “Estamos fazendo a nossa obrigação, dentro da nova realidade financeira do Estado, contribuindo por um Mato Grosso do Sul cada vez melhor”, enfatizou.
Futuro garantido
Também declarando total apoio às medidas anunciadas pelo governador, o presidente do Tribunal de Justiça de MS, desembargador Divoncir Schreiner Maran, afirmou que a ampla reforma administrativa de Reinaldo Azambuja não é um ato isolado, do Executivo, mas abrange todos os poderes. “Estamos acatando essa decisão, pelo futuro do nosso Estado, com corte linear de 20% de todos os gastos”, declarou.
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