Mais uma entidade exige que seus associados sejam imunizados. Desta vez, é a segurança pública que pede para vacinar contra a H1N1. A ACS (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) foi até o Ministério da Saúde para solicitar a inclusão de policiais militares e bombeiros na lista de prioridades para imunização contra o vírus H1N1.
A solicitação foi feita nesta quinta (09), quando o presidente da entidade, Edmar Soares da Silva, se reuniu com a chefe do Serviço de Gestão Administrativo do órgão, Rosana Caimar, e enviou ofício ao secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, solicitando prioridade para os militares serem vacinados.
“Os legisladores cometeram injustiça com parte do segmento que atende a população, e deixou de fora nossos policiais militares, bombeiros, policiais civis, e outros, que atuam diretamente com grupos de pessoas, as quais podem estar infectadas pelo vírus H1N1”, lembrou Edmar, afirmando que os policiais ficam “a mercê da própria sorte”., afirmou o Silva.
O documento cita ainda casos em que policiais fazem escolta em hospitais de presos com doenças como tuberculose e hanseníase. “É preciso adotar providências para proteger nossos policiais, os quais arriscam sua vida para proteger o povo deste Estado e do País. Se não bastasse os riscos da profissão, ainda ficam vulneráveis também a epidemias que vem assolando o Estado”, continua.
Além de incluir policiais militares e bombeiros como prioridade, Edmar pede ainda que sejam disponibilizadas doses de vacinas suficientes para imunização do efetivo.
A ACS foi a primeira entidade no Brasil a solicitar a inclusão dos militares na lista de prioridades.
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