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Atacadão, Assaí e Fort terão que justificar aumento do arroz, feijão e óleo

Procon-MS notificou as empresas nesta semana, após denúncias de consumidores

09 setembro 2020 - 13h07Da redação, com informações da assessoria    atualizado em 09/09/2020 às 13h11

Após denuncias recebidas através da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão da  Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast, os atacadistas Atacadão, Fort e Assaí, em funcionamento em Campo Grande, terão que explicar o aumento de preço em itens como arroz, feijão e óleo de soja. 

Esta semana o superintendente do órgão expediu notificações as redes e o prazo dado após o recebimento é de 10 para as devidas explicações sobre o aumento dos preços. Segundo a notificação, os aumentos foram significativos se comparados as semanas passadas, principalmente em itens básicos como arroz, feijão e óleo de soja. Desta forma o órgão de defesa do consumidor determina que sejam apresentados dados e documentos comprobatórios que justifiquem essa alta nos preços para a devida analise e apuração dos fatos.

Somente nesta terça-feira (8), foram  expedidas 12 notificações, sete para o Fort Atacadista, três para o Assaí e duas para o Atacadão. Vale ressaltar que uma das unidades do Atacadão já havia sido notificada anteriormente. O PROCON investiga se pode estar havendo vantagem manifestamente excessiva na elevação dos preços sem causa justificável. O não cumprimento deste prazo de dez dias configura conduta infracional consumerista, passível de sanção administrativa.

“O contexto em que vem ocorrendo às elevações de preços é totalmente desfavorável ao cidadão que se encontra com sua economia abalada, notadamente nesta época de pandemia. Muitos perderam  empregos e outros que se mantêm, tiveram seus salários reduzidos”, comenta Marcelo Salomão.

Os representantes das redes atacadistas tentam justificar a alta dos preços por conta da ampliação da exportação e valorização de commodities, que acabou elevando o preço do dólar. Afirmam ainda que essa variação dos preços atinge toda a cadeia de produção dos alimentos, produtor, distribuidor e comerciante, e por no fim esta o consumidor que acaba sendo o maior prejudicado.

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