Em mais de 50 anos, será a primeira vez que o Banco Central (BC) terá duas mulheres integrando a diretoria, Carolina de Assis Barros é a terceira mulher a integrar a direção do Banco, onde trabalhou 17 anos e recepcionará a segunda diretora da atual gestão: a economista Fernanda Feitosa Nechio.
Com o posto Carolina participa de uma das reuniões mais importantes para a política econômica do país: a do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável pela definição da taxa básica de juros. Na reunião, ela divide a sala com outros oito diretores do BC, todos homens.
Apesar de afirmar que não enfrenta resistência dos outros integrantes do Copom ou da sua equipe, Carolina sabe que as mulheres enfrentam desafios extras ao alcançar cargos de chefia e, por isso, comemora a perspectiva da chegada da segunda diretora da atual gestão.
De acordo com a diretora, o BC é predominantemente formado por servidores homens. “São 77% de homens contra 23% de mulheres. Quando a gente olha para a hierarquia, para a estrutura, o percentual de mulheres vai depender da camada que a gente vai olhar e varia de 14% a 31%. De novo, eu repito, a realidade está mudando significativamente, mas penso que há muito que se fazer, e tem a ver com sensibilização, não só das instituições, mas também das mulheres de buscar o seu lugar dentro dessas instituições.
A chegada da Fernanda será um marco histórico. Será a primeira vez que a diretoria do Banco Central terá duas mulheres.
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Carolina de Assis Barros, diretora do Banco Central (Reprodução/Internet)



