Carolina Marcelino, uma brasileira, pós-doutoranda do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é a única representante das Américas entre os ganhadores do Prêmio Marie Curie Fellow, promovido pela União Europeia. O programa objetiva financiar pesquisadores promissores de qualquer lugar do mundo em diversas áreas de estudo.
Do total de oito agraciados este ano, seis são europeus e um chinês, além de Carolina, do Brasil. Eles receberão as ‘Individual Fellowships’, que são bolsas de pesquisa e pós-doutorado em instituições ou organizações europeias. O financiamento pretende aprimorar a carreira e as perspectivas acadêmicas de pesquisadores que atuam no exterior.
Carolina Marcelino recebeu a notícia da premiação esta semana e estava, no momento, cuidando da documentação que terá de enviar para o programa, cujo nome homenageia Marie Sk?odowska-Curie, primeira mulher a ganhar o prêmio Nobel. Ela terá de enviar o diploma de doutorado e uma prova de que não morou mais que 12 meses nos últimos três anos, na Espanha, onde pretende desenvolver o projeto com pesquisadores da Universidade de Alcalá.
Ela inscreveu seu projeto em junho deste ano para concorrer ao financiamento do programa. O projeto foi incluído entre os novos talentos na área da energia e se destina a associar algumas técnicas de inteligência artificial (IA) na produção, geração e transmissão de energia em fontes renováveis.
A pós-doutoranda da Coppe deverá viajar para a Espanha no final do primeiro semestre de 2020. O aporte financeiro para o desenvolvimento do projeto será concedido pela Comissão Europeia. Segundo definiu Carolina, o Prêmio Marie Curie é a bolsa mais prestigiada no mundo para recentes doutores.
Quando regressar da Espanha, daqui a dois anos, ela pretende continuar trabalhando na área de inteligência artificial, possivelmente aplicada a programas de energia.
O prêmio ‘Marie Curie Fellow’ oferece um contrato no valor de € 4.500 mensais por dois anos, além de recursos de bancada para que o jovem pesquisador desenvolva o projeto submetido.
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O projeto destina a associar algumas técnicas de inteligência artificial na produção, geração e transmissão de energia em fontes renováveis (Reprodução/Internet)


