Mato Grosso do Sul ficou acima da média Nacional de brasileiros que realizaram o teste da Covid, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A média nacional de pessoas que fizeram algum teste para a Covid-19 até novembro é de 13,5%, que representa 28,6 milhões de pessoas, enquanto MS está em 14, 1%. Acima da média também estão os Estados de Goiás com 20,7%, Piauí com 20,6%, Amapá 16,9%, Roraima 16,1% e Mato Grosso com 15,8%.
Entre essas pessoas, 22,7%, ou seja 6,5 milhões, testaram positivo até novembro. Com isso, o indicador síntese mostra que 988 mil pessoas, 0,5% da população apresentaram sintomas conjugados de síndrome gripal que podiam estar associados à Covid-19, como como perda de cheiro ou sabor; tosse, febre e dificuldade para respirar; e tosse, febre e dor no peito.
Os testes para Covid-19 foram predominantes entre as pessoas com 30 e 59 anos de idade,18,2%. Outro fator interessante é que quanto maior o nível de escolaridade, maior foi o percentual de pessoas que fizeram algum teste: entre as pessoas sem instrução ao fundamental incompleto, 7,3% e, entre aqueles com superior completo ou pós-graduação, 28,0%.
A medida de restrição também foi pouco adotada de forma mais rígida, entre os 211,7 milhões de residentes, 10,2 milhões (4,8%) não fizeram nenhuma medida de restrição em novembro, 97,9 milhões (46,2%) reduziram o contato, mas continuaram saindo de casa, 79,3 milhões (37,5%) ficaram em casa e só saíram por necessidade básica e 23,5 milhões (11,1%) ficaram rigorosamente isolados.
Censo Geral
O IBGE também divulgou o censo geral do país, que aponta o principalmente o crescimento do índice de desocupação no 3º trimestre de 2020, saltando de 11% no começo do ano, para 14,6% no penúltimo trimestre.
Uma das principais variações foi o índice de volume de serviço, que a partir de março, quando a pandemia começou a se espalhar, e um mês antes de ser decretado calamidade pública no Brasil. A taxa que já estava em -2,8% despencou para -17,3% em abril, mostrando uma leve recuperação a partir de junho, e chagando a -7,4% em outubro, que vai de encontro a taxa de desocupação, que em 2020 teve o maior índice dos últimos 8 anos, chegando a 14,6%, sendo maior que 2017, segundo ano com mais desocupação de trabalhadores e registrou 14%.
A queda de ocupações também reflete no PIB brasileiro que registrou uma queda de -3,4% no 3º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior.
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