A bordo de picapes e caminhões preparados, carregando equipamentos odontológicos, médicos, remédios e muitas doações de roupas e brinquedos, a expedição Alma Pantaneira que começou nesta semana, percorre 1.600 quilômetros entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso - 900 km dentro do Pantanal.
Equipe de 42 integrantes, incluindo médicos, dentistas, veterinários e pesquisadores iniciaram na segunda-feira (23), uma viagem de 12 dias pelo Pantanal. “A viagem desse ano começou há alguns meses com a organização do grupo e captação de recurso para colocar todo comboio pelo Pantanal. Essa missão humanitária só acontece com o apoio dos nossos patrocinadores e parceiros, de pessoas que acreditam e sabem que para preservar o pantanal é necessário, além de cuidar de toda sua fauna, de combater os incêndios e preservar a vegetação, olhar com muita atenção e respeito para as pessoas que moram nessa região. A assistência médica e odontológica precisa chegar a essa gente e é isso que fazemos”, explica Geraldo Albaneze, um dos idealizadores da Expedição.
O grupo atendeu na Escola Rural de Porto Rolon, a cerca de 500 km de Campo Grande e na fazenda Carmem em Tacuru e atenderá a partir de hoje na Fazenda Imaculada, ainda no Pantanal da Nhecolândia. No sábado a equipe sobe para as fazendas do Pantanal do Paiaguás, até chegar no Mato Grosso, próximo a Cuiabá.
Este ano a previsão dos organizadores da Alma Pantaneira é ultrapassar 4,5 mil procedimentos nos 12 dias da viagem.
A iniciativa é da organização independente Médicos do Pantanal (MDP), e é a décima segunda vez que acontece o trabalho reúne muitos voluntários. Para ajudar o trabalho humanitário que leva atendimento médico, odontológico e veterinário nas regiões mais afastadas e fazer parte dessa ação, a Expedição recebe pix pelo CNPJ: 25118108000104.
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Este ano a previsão dos organizadores da Alma Pantaneira é ultrapassar 4,5 mil procedimentos nos 12 dias da viagem (Divulgação)



