Os Correios podem paralisar as atividades na terça-feira (15), caso a empresa e os trabalhadores não entrem num acordo quanto à negociação do reajuste salarial e outros itens da pauta em discussão, como Participação nos Lucros e Resultados (PLR), Vale-Alimentação e Plano de Saúde que constam no Acordo Coletivo de Trabalho.
De acordo com Elaine Regina Oliveira, presidente do sindicato dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) de MS, a direção da empresa não apresentou nenhuma proposta de reajuste e ainda promove ataque ao plano de saúde da categoria, restringindo o acesso e criando cobranças que antes não existiam. Ela informa que todos os 36 sindicatos marcaram assembléias para o dia 15 de setembro e caso não tenha uma proposta da empresa – ou esta seja considerada insatisfatória – os funcionários dos Correios entrarão em greve a partir das 22 horas da próxima terça (15).
Segundo Elaine Regina, a data foi definida na plenária da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores da ECT) onde a campanha salarial foi discutida. “Em nossa avaliação, a empresa está tratando as negociações com pouca seriedade e parece estar apostando que a categoria não vai se mobilizar para greve, pois apresentou uma proposta com 0% de reajuste. Queremos reajuste salarial com reposição da inflação e ganho real. Uma PLR (Participação nos Lucros e Resultados) condizente com o esforço que os trabalhadores da ECT fazem para a obtenção desses lucros e resultados ao longo do tempo. Concurso público para a contratação de efetivos suficientes e melhoria nos benefícios. Também defendemos o caráter público da ECT, contra a privatização.”
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