Em resposta a Operação S.O.S. Saúde deflagrada na manhã desta quarta-feira (4), pela Polícia Federal o Governo do Estado se posicionou em apoio às investigações.
A PF apura prática de condutas que podem configurar delitos como falsificação de documentos, dispensa irregular de licitação, peculato e organização criminosa. O inquérito foi instaurado em 2019, para apurar irregularidades praticadas por Organização Social entre agosto de 2016 a 31 de julho de 2017 que administrava, na época, o Hospital Regional em Ponta Porã.
De acordo com a nota do Executivo Estadual, a Controladoria Geral do Estado foi designada para acompanhar as ações. “Informa que a Secretaria de Saúde rompeu o contrato bem antes do vencimento com empresa citada na operação, ainda em 2019, por não atender às exigências e normativas necessárias ao pleno atendimento da unidade hospitalar de Ponta Porã”, concluiu.
Os alvos são: os gestores da Organização Social que, na época, administrava o Hospital Regional de Ponta Porã; empresas que receberam irregularmente valores financeiros e seus respectivos sócios-administradores; além de dois contadores e seus escritórios de contabilidade.
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