O hospital da Caixa dos Servidores de Campo Grande realizou, na última quarta-feira (11), a primeira angioplastia por Tomografia de Coerência Óptica (OCT do inglês Optical Coherence Tomography). A angioplastia é um procedimento cirúrgico pouco invasivo e, quando realizado por meio da OCT, garante resultados extremamente avançados em métodos de imagem e possibilita maior precisão aos profissionais e maior segurança aos pacientes. Os cardiologistas Alfredo Moreira da Rocha Neto e Augusto Daige realizaram o procedimento em uma beneficiária Cassems de Bataguassu e, mesmo que o procedimento não é coberto pelo Rol da Agência Nacional de Saúde (ANS), a beneficiária optou pela realização.
De acordo com o cardiologista Alfredo Moreira da Rocha Neto, a tecnologia da Tomografia de Coerência Óptica é um procedimento de ponta e que dá novas possibilidades aos profissionais ao realizar angioplastias.
“A OCT é uma tecnologia nova e avançada que o mundo todo está usando e a gente tem esse privilégio de ter aqui em Campo Grande. É um método que ajuda na angioplastia, porque ele dá ao médico uma qualidade maior no procedimento. Por exemplo, num implante de stent é possível ver como ele está implantado, como o vaso está em relação ao stent, eu também consigo delimitar os diâmetros mais precisamente. Em termos de imagem, ele me dá uma resolução bem maior. É um procedimento extremamente avançado em métodos de imagem que, além da facilidade ao profissional, traz resultados melhores a médio e a longo prazo ao paciente”, explica Neto.
Outro profissional que participou do procedimento, o cardiologista Augusto Daige salienta que a angioplastia por meio do OCT aumenta a precisão do implante.
“Esse procedimento é muito usado nos grandes centros, como os Estados Unidos, porque ele oferece maior eficácia na desobstrução das veias coronárias e também pode identificar possíveis lesões mais complicadas. As imagens por OCT permitem aos médicos visualizar e medir importantes características dos vasos para colocação de stent, porque mostra precisamente como ele está segurando a abertura da artéria e se foi corretamente posicionado. Essa tecnologia nos possibilita fazer um implante mais correto, porque ele aumenta a precisão e isso evita a reinternação do paciente”, conta Daige.
O presidente da Cassems entende que a cada novo procedimento realizado no Hospital Cassems da Capital, ele assume cada vez mais o seu papel de ser referência em assistência hospitalar.
“O Hospital Cassems de Campo Grande, a cada dia, cumpre o seu papel de inovar e realizar procedimentos de ponta e de grande complexidade. Com uma gestão de excelência, iremos avançar ainda mais na assistência hospitalar de qualidade”, pontua Ayache.
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