Vários motoristas de aplicativos fizeram protestos durante a semana inteira em oito postos de gasolina na capital, para na manhã desta sexta-feira (5), se reunir com o governador Reinaldo Azambuja e pedir a diminuição do ICMS do combustível.
Ao JD1 Notícias, Fuad Salamene Neto, de 39 anos, motorista há dois anos, explicou que durante a semana, os profissionais da categoria abasteceram 50 centavos e pegaram nota fiscal que serão levadas ao governador. “A gente vai entregar direto para e pedir a ele a redução do ICMS, porque a nossa categoria está parando, está inviável fazer a rodagem com esse combustível alto”, disse.
Segundo Fuad, antes era preciso trabalhar 8 horas por dia para conseguir se manter, mas o trabalho dobrou, e o ganho diminuiu. “Até ano passado tínhamos que trabalhar 12h por dia pra ter um sustento adequado e sustentar o carro também, agora temos que trabalhar 15h, 16h pra tentar tirar aquilo que a gente tirava antes, porque o valor do km rodado que o aplicativo nos paga, não cobre o preço da gasolina”, ressaltou.
A expectativa é que a conversa com o governador Reinaldo Azambuja de bons resultados. “Temos umas propostas em pauta para apresentar ao governador, e eu tenho certeza que dentro disso ele vai fazer uma coisa boa para categoria e para população. Quem está pagando a conta é a população que utiliza veículo a gasolina, porque ele retira o imposto da óleo diesel e do gás e coloca na gasolina e no etanol”, completou.
Na próxima é esperado que a categoria inicie novos tipos de protestos, entre eles, um está ligado diretamente para que outros motoristas de aplicativo também entrem no movimento, é esperado também um apelo à para que os clientes rotineiros dos aplicativos também não peçam o carro.
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