Vanessa Gonçalves Dias, 30 anos, foi condenada nesta quinta-feira (27), a 17 anos de prisão em regime fechado pela morte de José de Santana, 56 anos. O crime ocorreu no bairro Los Angeles, em Campo Grande.
Ela foi condenada pela 2ª Vara do tribunal do Júri por homicídio qualificado por meio cruel. Os jurados, por maioria de votos, condenaram Vanessa no homicídio qualificado, mas absolveram-a quanto ao roubo e corrupção do menor.
O crime
Em setembro de 2016, Vanessa estava em um bar com o namorado de 15 anos, quando os dois convidaram a vítima a ir beber na casa do casal.
Após o homem estar embriagado, Vanessa o matou com 36 facadas no peito e pescoço, quase degolando-o.
De acordo com o Ministério Público (MP), o crime foi praticado de forma cruel, pois os golpes causaram intenso sofrimento físico e mental e após o homicídio, Vanessa roubou R$ 400,00, um celular e uma motocicleta da vítima. O MP afirma que a acusada ainda corrompeu o menor ao praticar na companhia do adolescente os crimes de homicídio e roubo.
Durante a sessão de julgamento, a promotoria de Justiça pediu a condenação da ré por homicídio qualificado, roubo e corrupção de menores. Porém, a defesa da assassina alegou insuficiência de provas para a condenação para os três crimes. Quanto à corrupção de menor, destacaram que o adolescente já era corrompido.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Em nota, Rede MS anuncia morte de Ivan Paes Barbosa por infarto e informa sobre velório

Cabo Goes aponta 'perseguição' da PMMS, mas continua condenado por constrangimento ilegal

Governo autoriza promoções e amplia cursos nas forças de segurança em MS

Morre aos 92 anos Ivan Paes Barbosa, fundador de grupo de comunicação em MS

Escola de Prerrogativas é lançada para capacitar novos advogados em MS

HIV/Aids causou mais de 50 mortes em Campo Grande em 2025, aponta MPMS

Emissão do novo RG abre agendamento com vagas ampliadas no Estado

Operação da PM prende dois e apreende mais de 170 quilos de droga na Capital

Entre idas e vindas na UPA, porteira aciona Justiça para garantir internação em UTI







