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Procon pede para Energisa não cortar energia de inadimplentes

A solicitação do Procon é para os inadimplentes do mês de janeiro

26 janeiro 2019 - 09h17Dá redação com informações da assessoria

A Superintendência Para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) entregou um ofício à Energisa na sexta-feira (25) pedindo para que a empresa não corte o fornecimento de energia elétrica dos consumidores que tiveram aumento no valor da conta em janeiro e não conseguiram pagar.

A concessionária terá 10 dias corridos para responder ao requerimento. O assunto foi tratado em reunião na Câmara Municipal de Campo Grande, com a presença do secretário especial e chefe de gabinete Carlos Alberto de Assis e do superintendente do Procon/MS, Marcelo Salomão.

A Energisa ocupa a primeira posição no número de reclamações em Mato Grosso do Sul. “Recebemos quase 2 mil reclamações contra a empresa em Mato Grosso do Sul nos últimos 10 dias”, contou o superintendente do Procon-MS. A maior parte das reclamações se deve ao aumento no valor das contas de energia elétrica. Outras são com relação a falta de ressarcimento por danos elétricos e a não religação do fornecimento no prazo de 24 horas.

Representado o governador Reinaldo Azambuja, Carlos Alberto de Assis explicou que o Procon e o Inmetro, que são órgãos fiscalizadores do estado, estão à disposição para defender a população de abusos, lembrou que não houve reajuste que justificasse os aumentos e que a concessão da energia é de âmbito federal.

“Eu estou aqui, a pedido do governador, para colocar o estado à disposição para que a gente possa resolver esse impasse e chegar a um bom termo. Não vou aqui achar que a Energisa agiu de má-fé. Existe um problema e esse problema tem que ser resolvido e rápido. Se não houve aumento de consumo, como várias pessoas têm dito, não houve aumento da tarifa, e mesmo assim o resultado final foi a conta para o contribuinte com aumento, por que isso aconteceu? É problema no medidor? O Procon e o Inmetro estão à disposição para resolver rapidamente este problema. O problema existe e é grave”, disse.

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